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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Helibras assina contrato com as Forças Armadas para suprimento de peças e serviços

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Medida vai gerar muita economia com estoques e peças

Manutenção dos EC725 vai permitir avanços no domínio tecnológico

 

Um dos contratos mais importantes para o programa de fabricação dos helicópteros EC725 no Brasil foi assinado entre a Helibras e as Forças Armadas nesta quarta-feira (21/12). Ele prevê que a empresa brasileira faça todo o gerenciamento dos estoques de peças e forneça toda a assistência técnica necessária com deslocamento de equipes em qualquer das bases das três Forças espalhadas pelo país. Isto envolve as inspeções, as revisões e os reparos dos helicópteros.

Com projeção de até R$ 150 milhões e duração de 5 anos, este contrato vai garantir a permanência em atividade de todas as aeronaves EC725 entregues neste período, pois a Helibras será a responsável pela logística de fornecimento das peças e serviços que forem necessários nas atividades de manutenção – esta já prevista no contrato de fabricação.

“As Forças Armadas terão uma enorme economia com a compra de peças e formação de estoques estratégicos, pois, como eles serão feitos pela Helibras, não será necessário que cada Força tenha sua própria estrutura de suprimentos”, explica Marco Wagner, gerente comercial para o programa EC725 da Helibras.

Outro benefício será a oferta de assistência técnica para as Forças em qualquer uma das bases onde os helicópteros estiverem em operação, ou mesmo em campo, caso seja necessária a presença dos profissionais da Helibras para orientar as intervenções técnicas e mecânicas.

“Este contrato vai permitir, além dos benefícios econômicos e logísticos, maior domínio tecnológico tanto por parte das Forças Armadas quanto da Helibras, o qual será importante para o desenvolvimento de um helicóptero brasileiro, previsto para ser uma realidade dentro de 10 anos”, completa Eduardo Marson Ferreira, presidente da Helibras.

Fonte: http://www.helibras.com.br

Helicóptero americano vai monitorar territórios com câmera de 1.8 gigapixels

O exército americano prepara uma série de drones (veículos aéreos não-tripulados) com câmeras de 1.8 gigapixels que produzem imagens coloridas. O equipamento, que o exército descreve como “o maior sensor de vídeo já usado para conduzir missões táticas”, é capaz de rastrear pessoas e veículos a até 20 mil pés de altitude, o equivalente a 6,5Km.
Chamado de A160 Hummingbird, o veículo também se diferencia dos demais já utilizados pela forma com a qual ele se locomove no espaço aéreo. Ao invés de planar como um avião, o drone usa hélices, tendo um funcionamento semelhante ao de um helicóptero.

Conforme o exército, o novo drone representa um salto tecnológico na categoria, uma vez que os veículos atuais capazes de processar imagens em alta resolução estão limitados a áreas muito pequenas. Já o A160 Hummingbird consegue monitorar territórios com quase 25Km².
Os Hummingbirds, que podem voar por 12 horas sem reabastecimento e podem rastrear até 65 inimigos simultaneamente, estão previstos para maio ou junho de 2012. Os primeiros testes começarão no início do ano, na região do Arizona.

Fonte: http://adrenaline.uol.com.br/tecnologia/noticias

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Exército apresenta 1º simulador de voo para helicópteros feito no Brasil

Simulador ajuda reduzir custos de treinamento, que antes eram feitos fora do país. Projeto custou R$ 3 milhões e vai treinar 250 pilotos do Exército.

O Exército apresentou o primeiro simulador de voo para helicópteros totalmente desenvolvido no Brasil. O simulador de voo de helicópteros, batizado de 'shefe', foi todo desenvolvido no Brasil e parece uma esfera de quatro metros de diâmetro.
O realismo atinge o nível de qualidade dos melhores simuladores disponíveis no mundo. As imagens reproduzem a topografia de várias regiões brasileiras.
O capitão Fantonelli explica que os instrumentos dão aos pilotos a sensação de comandar um helicóptero. "A sensação é de que está voando mesmo."
O projeto custou R$ 3 milhões e levou quatro anos para ficar pronto. Todos os comandos são processados por um programa de computador, que controla as imagens e os equipamentos chamados de atuadores.

A esfera, que pesa uma tonelada, parece solta no ar. Principalmente com um repórter no comando. "Eu nunca mais vou reclamar do piloto do helicóptero da Globo que faz balançar o Globocop”, fala César Menezes.
Num treinamento de verdade, os sacolejos são de propósito. "Quando ele olha para um equipamento do painel, numa determinada condição de voo, ele vai identificar o comportamento do motor da aeronave exatamente como é o comportamento na realidade”, explica o gerente do projeto, major Marcelo Nunez.

Os treinamentos custavam para o exército US$ 1.700 mil por hora de voo, sem contar viagem e hospedagem, já que o simulador usado até agora, fica na França. Um equipamento vai treinar todos os 250 pilotos da aviação do Exército Brasileiro.

Simulador permite preparar as tripulações para situações de emergência, que não podem ser treinadas no ar porque o risco seria muito grande.

São eles que resgatam vítimas de inundações e deslizamentos de terra e dão apoio a operações como as que foram feitas em favelas do Rio de Janeiro.
“Aviação é experiência, hora de voo. É imprescindível que os pilotos estejam voando mais e com o simulador vamos conseguir fazer isso”, avisa o comandante de aviação do Exército, general Eduardo Diniz.

Helicóptero de R$ 6 milhões vigiará fronteiras

Aeronave já está no Estado e pilotos estão se qualificando
Foto: Divulgação/Helibras

A segurança pública de Mato Grosso do Sul recebeu um helicóptero do Governo Federal para atuar no combate a crimes, especialmente na região de fronteira do Estado com o Paraguai e a Bolívia.

Segundo o secretário de Segurança Pública, Wantuir Jacini, o helicóptero da Helibras modelo B3 é avaliado em R$ 6.640 milhões e já está no Estado, porém só poderá ser usado efetivamente quando os pilotos estiverem capacitados para usar a aeronave.

O helicóptero foi adquirido com recursos do governo federal e contrapartida do Estado. A aeronave veio voando para o Estado, com um piloto capacitado e, se houver necessidade, já pode ser utilizado.

Jacini ainda explicou que três pilotos já estão se capacitando com cursos específicos e para pilotar o helicóptero é preciso ter 500 horas de vôo em aeronave similar.


Jacini explica que uso do helicóptero está vinculado à estratégia nacional de proteção às  fronteiras
Foto: Deurico/Capital News

Fonte: Priscilla Peres e Valdelice Bonifácio - Capital News (www.capitalnews.com.br)

Veja decoração de Natal em SP a bordo de helicóptero

A maior cidade do país está toda iluminada para o Natal. E se a decoração encanta quem vê do chão, imagine a bordo de um helicóptero.

fonte: http://videos.band.com.br

domingo, 11 de dezembro de 2011

Parentes de vítimas de queda de helicóptero em Trancoso contam por que entraram na Justiça

O acidente aconteceu há seis meses. Entre as vítimas, estava a namorada do filho do governador Sérgio Cabral

BRUNO ASTUTO. COM ACYR MÉRA JÚNIOR

REVOLTA Hélio Da esquerda para a direita, Hélio e Márcia Noleto, José Luca Magalhães Lins, Garna Kfuri, Iolanda e Maximiliano. Eles postaram um vídeo na internet pedindo mais rigor à Anac (Foto: Miguel Sá)

REVOLTA
Da esquerda para a direita, Hélio e Márcia Noleto, José Luca Magalhães Lins, Garna Kfuri, Iolanda e Maximiliano. Eles postaram um vídeo na internet pedindo mais rigor à Anac (Foto: Miguel Sá)

No próximo dia 17, serão lembrados os seis meses do trágico acidente de helicóptero que ia do aeroporto de Porto Seguro para o resort Jacumã, em Trancoso, na Bahia. As vítimas fatais foram Mariana Noleto, namorada do filho do governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, as irmãs Jordana e Fernanda Kfuri com os respectivos filhos, Luca Magalhães Lins, de 3 anos, e Gabriel Gouveia, de 2, a babá de Luca, Norma Assunção, e o piloto, o empresário Marcelo Mattoso de Almeida, que estava com a habilitação vencida havia seis anos. Os parentes das vítimas entraram na semana passada com ações indenizatórias na Justiça do Rio de danos morais e materiais contra o espólio de Almeida, as empresas First Class Group, dona da aeronave, e a Blue Reef Participações Imobiliárias, que têm entre os sócios a viúva e os filhos do empresário. E contra o resort, por ter permitido o pouso com um piloto em situação irregular.

ÉPOCA reuniu pela primeira vez familiares das vítimas, como o empresário José Luca Magalhães Lins, pai de Luca, Garna Kfuri, irmã de Jordana e Fernanda, Márcia e Hélio Noleto, pais de Mariana, e Maximiliano e Iolanda, filhos da babá Norma. O músico Bruno Gouveia, vocalista da banda Biquíni Cavadão e pai de Gabriel, não participou da entrevista, mas deu seu depoimento. O grupo postou um vídeo em redes sociais pedindo maior rigor à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Almeida fornecera para a torre de controle de Porto Seguro a matrícula de outro piloto, Felipe Calvino Gomes, que estava com a habilitação em dia e se disse surpreso com o uso de seu nome.

Apurações de equipes das empresas Eurocopter, fabricante do helicóptero, Helibras, sua subsidiária brasileira, Turbomeca, fabricante da turbina, e da oficina Ultra Rev, que fazia a manutenção da aeronave no Rio, concluíram que o helicóptero estava em estado técnico perfeito, com as revisões em dia. “O problema era a prática do Almeida de dar a matrícula de outra pessoa para voar sem condição, fora da legalidade. A falha foi 100% humana”, afirma Magalhães Lins.

“Como qualquer pessoa pode decolar e pousar em aeroportos como o de Vitória, onde o Almeida fez uma parada para abastecer, e o de Porto Seguro, que recebem tantos voos comerciais, dando a matrícula de outro piloto? Não existe fiscalização, é uma baderna”, afirma Hélio Noleto, pai de Mariana e funcionário do Tribunal Regional do Trabalho do Rio de Janeiro. Sua mulher, Márcia, encontrou-se em agosto com Marcelo Guaranys, presidente da Anac, para cobrar providências. “Minha causa é que nenhuma outra pessoa morra por negligência das autoridades. Que pelo menos um oficial do aeroporto peça o documento de identificação com foto dos pilotos para liberar a decolagem. Ele me prometeu tomar uma atitude, mas não retornou mais minhas ligações. Enlouqueci nestes últimos meses, e as autoridades não me dão notícias. Nem uma posição. Tenho o direito de saber o que aconteceu”, diz. O casal, assim como o outro filho, João Pedro, de 14 anos, tatuou no braço o nome da filha. Márcia pretende criar uma ONG para mães que perderam seus filhos de maneira trágica.

Procurada por ÉPOCA, a assessoria da Anac pediu alguns dias para responder. No dia 6 de dezembro, publicou em seu site um comunicado com medidas de “vigilância continuada dos planos de voo no Brasil”. Pela primeira vez, confirmou irregularidades tanto dos pilotos Marcelo Almeida e Felipe Calvino, quanto da First Class. “O piloto Marcelo Mattoso de Almeida, que operava o helicóptero e faleceu no acidente, estava com a habilitação vencida desde 2005 e também não possuía Certificado de Capacidade Física válido. O piloto Felipe Calvino Gomes também foi penalizado com dois autos de infração a partir da constatação de duas omissões em registros de voos (...) no dia do acidente”, diz a Anac.

O episódio teve repercussão política pela presença do governador do Rio. O grupo viajava a Trancoso para a festa de aniversário do empresário Fernando Cavendish, marido de Jordana Kfuri, que tem contratos com o Estado do Rio por meio de sua construtora, a Delta, e não se juntou aos demais parentes no processo nem na campanha. “Sérgio poderia ter entrado no helicóptero, como seu filho. Mas decidiram embarcar primeiro as mulheres e as crianças”, diz Magalhães Lins. “Ele foi solidário e estava desesperado. Mariana e Marco Antonio, filho dele, namoravam havia oito anos. Ela era como se fosse da família”, diz Márcia.

“Como esse piloto que deu sua matrícula para o Marcelo Almeida não sofreu nenhum tipo de represália ou não teve sua habilitação suspensa pela Anac até que tudo seja apurado?”, diz Magalhães Lins. Procurados por ÉPOCA, Calvino e o advogado do espólio de Marcelo Almeida não foram encontrados. Com a indenização, Magalhães Lins, dono do time de futebol Boavista, pretende criar uma ONG para ensinar esportes a crianças carentes. “Tive um tumor no cérebro há um ano e meio e foi pelo meu filho que lutei para viver. Agora não posso celebrar a vida com ele”, diz. (...)

Fonte: http://revistaepoca.globo.com

Helicóptero Aguia PM SP, auxilia na Caçada à estuprador no interior de São Paulo

Perseguição no bairro Cecap envolve aeronave Águia da PM, mas mesmo assim o suspeito conseguiu fugiuREDAÇÃO

*Atualizado às 22h00

A partir de uma denúncia anônima, a PM (Polícia Militar) realizou na manhã de sábado (10) uma operação de captura do suspeito de estuprar e matar duas mulheres em Jundiaí. Elias Alves da Silva, 22 anos, conhecido como o Maníaco da Aranha, por ter a tatuagem de um aracnídeo na mão direita, teria sido visto no Cecap, perto do terminal de ônibus.
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Duas jovens de 18 anos são estupradas em Jundiaí

Diversas viaturas – e inclusive o helicóptero Águia da PM – foram mobilizadas para a operação, mas o suspeito conseguiu driblar os policiais e fugiu. Durante todo o dia, entretanto, a polícia continuou buscando pistas e intensificou as investigações para prender o estuprador.

Assaltos

Na manhã de sábado, dois assaltos a mão armada ocorreram simultaneamente em regiões distintas de Jundiaí. Por volta das 7h30, uma jovem de 16 anos foi abordada por um indivíduo enquanto caminhava na avenida 9 de Julho.

Ele a ameaçou e exigiu que entregasse seus pertences pessoais, fugindo com um celular Nokia e um cartão de transporte público. Já na rua Palermo, no Jardim Messina, um garoto de 19 anos foi a vítima de um indivíduo que fugiu com R$ 160 em dinheiro. Na noite de sexta-feira, por volta das 23h30, o mesmo tipo de abordagem ocorreu na rua Cica.

Uma mulher de 39 anos caminhava pelo local quando um veículo preto parou, um adolescente desceu e arrancou a bolsa da vítima.

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